Porque é o Estuário do Tejo tão importante?

PorSeaEO

Porque é o Estuário do Tejo tão importante?

Reserva Natural do Estuário do Tejo

Ao longo de 34 mil hectares, o Estuário do Tejo é uma zona húmida extremamente rica pela posição geográfica e pela ligação entre a água doce do rio e a água salgado do Oceano Atlântico.

Mapa da Reserva Natural do Estuário do Tejo

Aqui, milhares de espécies de Aves occorrem como invernantes, espécies residentes, nidificantes ou simplesmente migradoras de passagem. A fauna aquática é extremamente rica em peixe, bivalves, poliquetas, invertebrados, fitoplâncton e zooplâncton. Os sapais ao longo das margenssão exemplo claro da capacidade de produção biológica, sequestro de dióxido de carbono e estabilização de metais pesados. Além da diversidade de ecossitemas do Estuário do Tejo, há também paisagens esculpidas pelo Homem: salinas, bacias de aquacultura, moínhos de maré e desenvolvimento do enrrocamento nas frentes ribeirinhas. O Estuário foi registado como sítio RAMSAR em 1980, por ser considerado uma zona húmida internacional de importância elevada para as aves.

Para se poder proteger a biodiversidade desde 1976, a Reserva Natural do Estuário do Tejo (RNET) tem o objectivo de conservar as espécies e habitats existentes. Promovemos um melhor conhecimento sobre as cidades e vilas, as culturas, pessoas e costumes, bem como da riqueza da biodiversidade a todos os nosso clientes.

Não há dúvidas que o Estuário do Tejo é uma das mais importantes zonas húmidas na Peninsula Ibérica.

Sidónio Paes, CEO

Contribuimos para a promoção da importancia ecológica da RNET, sensibilização e conservação dos recursos naturais sob o código de conduta do Turismo de Natureza. Os serviço de desenvolvimento de passeios na Natureza no Tejo irão enriquecer a sua experiência e conhecimento sobre a espantosa zona húmida tão perto de Lisboa enriquecerão. Golfinhos podem ser vistos dentro do Estuário do Tejo ocasionamente.

Mais adiante, desde a foz do rio Tejo, o imenso Mar começa. Foi desde Lisboa que milhares de navegadores partiram em Caravelas, Galeões, Fragatas e outros navios simples. Nestas aventuras, rumaram à procura de novas civilizações, continentes, recursos e vida selvagem.

É na zona costeira de Portugal continental que, pela acumulação de efluentes que correm em direcção ao Oceano Atlântico, se dá também o fenómeno de Afloramento Costeiro. Este acontecimento adiciona nutrientes essenciais à produção primária e consequentemente, proporcionando às zonas costeiras uma elevada produção biológica com o aumento de biomassa no imenso Oceano. A abundância da biodiversidade marinha e poderia ser muito maior não fosse a elevada pressão que as civilizações humanas geram sobre os Oceanos.

É necessário reduzia ao máximo a pressão através do desenvolvimento de atividades turísticas que promovem mais conhecimento sobre a vida selvagem do estuário e marinhos além de atividades deeducação ambiental.

É essencial passar o conhecimento sobre o ambiente Natural a gerações futuras, promovendo a sensibilização e dando a conhecer as fragilidades dos sistemas oceânicos e a sua resiliência, para que possamos reduzir a pressão humana no futuro.

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